Está bem divertido montar uma área de projetos de tech/IA dentro da Unieuro com a turma de tecnologia. Vários erros e acertos até agora e que acho legal compartilhar. Sou muito fã do “aprender fazendo” e de deixar o mais aberto possível os aprendizados, então bora lá.

  1. Eu subestimei - demais - a capacidade de entrega de estudantes de computação com uma conta de agente codador. Nossa, foi algo que fiquei encucado no ano passado com a qualidade dos projetos entregas na minha disciplina de projeto final de curso. O Matheus Rosendo Pedreira que me chamou a atenção e desde então fiquei pensando nessa área de projetos. Cá estamos um ano depois.

  2. Eu subestimei - demaaaaaaaais - a necessidade de tempo que ei ia precisa para coordenar os projetos e o quanto ainda precisaria por a mão na massa. O que eu garanti aos projetos é que iria entregar, independente se bolsistas conseguiriam ou não. Errei prazos, errei na gestão dos projetos e deixei muitas vezes bolsitas “de uma forma largada”. Eu quero formar “forward deployed engineer” - o que quer que isso seja - e acabei sendo ausente. O que quero dizer com isso: conseguir definir com cliente claramente o que precisa ser entregue e as expectativas; fazer a entrega e acompanhar a coisa rodando. Um pato? Sim, mas acho que é a melhor forma de se preparar para o futuro.

  3. Há uma complexidade de ser projetos com bolsas. O maior aprendizado é que “precisa” ser por entrega. É a forma que a burocracia entende e não vale brigar contra. Passar a ser por entregas e não por tempo - vício meu do mundo ágil - está sendo uma, digamos dor. Casar as expectativas da empresa com a ansiedade/necessidade de bolsistas…é divertido. Essa com certeza é a que estou apanhando mais para me adaptar.

  4. No mundo de IA/agentes é muito dificil ter um projeto bem estruturado. Ainda é muito tentativa e erro, até mais do que um projeto de software comum. Casado com o ponto 3, fica bem difícil de conseguir planejar com muita antecedência. Tá sendo legal, pensar mais em hipóteses a serem testadas e como vamos implementar para por isso nos relatórios. Se alguém tiver experiência com isso, quero trocar umas ideias.

Em breve, devemos abrir para mais projetos. Quero agradecer a Larissa Zandonade e o Pedro Fogaça por toparem essa aventura! Em breve, espero vim com mais novidades por aqui sobre os projetos. :)


Publicado originalmente no LinkedIn em 20 de outubro de 2026. A versão em inglês foi traduzida com ajuda de IA (Claude) e revisada por mim.